
Durante anos, o mercado de apostas no Brasil viveu em uma espécie de zona cinzenta — extremamente popular, inegavelmente gigantesco e em grande parte não regulamentado. Então chegou 1º de janeiro de 2025, uma data que mudou oficialmente o jogo. Foi quando o Brasil lançou seu mercado regulamentado de iGaming e apostas esportivas, transformando o que por muito tempo foi um segredo aberto em uma indústria estruturada e supervisionada.
A estrutura entrou em vigor pela Lei 14.790/2023, com a Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA) atuando como árbitro. Das regras de licenciamento aos requisitos de conformidade, a mensagem era clara: apostar no Brasil não era mais o Velho Oeste — era hora de jogar pelas regras.
E os objetivos por trás da regulamentação eram ambiciosos (e já deveriam ter sido alcançados). Coibir apostas ilegais. Proteger os jogadores. Trazer transparência a um mercado que movimenta bilhões em apostas. E, crucialmente, gerar dados confiáveis para apoiar políticas públicas mais inteligentes e um ecossistema mais saudável em geral. Um ano depois, a grande pergunta é: funcionou? E, igualmente importante, o que os operadores de iGaming podem aprender com o primeiro ano de regulamentação no Brasil?
A Jornada Regulatória: Retrospectiva do Primeiro Ano.
O mercado regulamentado de iGaming e apostas esportivas no Brasil não teve um início lento em 1º de janeiro de 2025 — ele decolou. Após décadas de expectativa e falsos começos, as regras finalmente entraram em vigor, e tanto a indústria quanto os apostadores responderam com força.
O lançamento do mercado veio acompanhado de um processo de licenciamento estruturado que equilibrou velocidade e rigor. Em meados de 2025, havia 78 operadores licenciados oferecendo 182 marcas regulamentadas em todo o Brasil, uma expansão significativa em relação ao grupo inicial de licenças provisórias e definitivas emitidas no lançamento [InterGame Online].
Essa estrutura de licenciamento criou um ponto de entrada controlado para as operadoras, exigindo autorização federal e supervisão contínua pela Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA) — o órgão federal responsável por regulamentar e fiscalizar o cumprimento das normas.
Adesão dos Jogadores e Crescimento do Tráfego.
Os brasileiros não entraram timidamente no mercado regulamentado — eles mergulharam de cabeça. Somente nos primeiros seis meses, mais de 17,7 milhões de brasileiros fizeram apostas em plataformas licenciadas [InterGame Online].
O tráfego para sites de apostas aumentou drasticamente logo após o início da regulamentação. Somente no primeiro trimestre de 2025, as plataformas de apostas regulamentadas registraram mais de 5 bilhões de visitas, com uma média de mais de 650 acessos por segundo, representando um aumento de 90% em comparação com o trimestre anterior [Games Bras].
Esse pico de tráfego demonstra claramente aos operadores que o mercado regulamentado do Brasil não era apenas legal, mas também havia demanda.
Receita, Impostos e Impacto Econômico.
O cenário financeiro refletiu os níveis de engajamento. De janeiro a junho de 2025, as operadoras licenciadas geraram aproximadamente R$ 17,4 bilhões em receita bruta de jogos (RBJ) — cerca de US$ 3,2 bilhões — o que demonstra o tamanho considerável do setor regulamentado ainda em desenvolvimento [InterGame Online].
É importante destacar que o governo também começou a receber receitas do mercado:
- R$ 3,8 bilhões em impostos federais foram arrecadados com apostas esportivas regulamentadas e atividades de iGaming no mesmo período [InterGame Online].
A SPA arrecadou aproximadamente R$ 2,2 bilhões em taxas de licenciamento e cerca de R$ 50 milhões em taxas de supervisão [InterGame Online].
Esses números iniciais ajudaram a mudar o foco da discussão de “o que poderia acontecer” para “o que está acontecendo”, fundamentando os debates sobre políticas públicas e impacto econômico em dados concretos.
Combate ao Mercado Ilegal.
Um dos principais objetivos da regulamentação era reduzir o próspero ecossistema de apostas clandestinas no Brasil — e os dados iniciais de fiscalização demonstram esforços ativos. Autoridades reguladoras, incluindo a Anatel e a SPA, removeram mais de 15.400 páginas de apostas ilegais até meados de 2025 [iGaming Today].
Dito isso, o setor ilegal ainda representa um obstáculo significativo (que será abordado mais adiante neste artigo), mas a intensificação das ações de fiscalização no primeiro ano foi decisiva para sinalizar que os operadores não licenciados não podem mais agir impunemente.
Qual a Principal Conclusão para os Operadores?
O primeiro ano de regulamentação no Brasil comprova duas coisas:
- A demanda é real e massiva — as plataformas regulamentadas agora têm um engajamento mensurável do consumidor que nunca tiveram no mercado informal.
- A regulamentação compensa — literal e figurativamente — tanto para as operadoras (por meio de regras claras e legitimidade) quanto para o governo (por meio de uma arrecadação tributária significativa).
Mas lançar um produto é uma coisa; crescer de forma sustentável e responsável em um ambiente recém-regulamentado é um processo longo — que exige adaptabilidade, compromisso com a conformidade e profundo conhecimento do mercado local.
Crescimento do Mercado e Impacto Econômico.
Se 2025 provou alguma coisa, foi que o Brasil não apenas inaugurou um mercado de apostas regulamentado — ele o desencadeou. Uma vez que as regras foram estabelecidas, o crescimento veio rapidamente, e os números do primeiro ano deixam claro por que o Brasil entrou imediatamente no radar de todas as operadoras globais.
Em seu primeiro ano sob regulamentação, o Brasil rapidamente se tornou um dos maiores mercados de apostas regulamentados do mundo. Em meados de 2025, mais de 17,7 milhões de brasileiros já haviam feito pelo menos uma aposta em plataformas licenciadas — um número notável para um mercado que ainda está se consolidando em termos de regulamentação [InterGame Online].
Os números de tráfego contam uma história semelhante. Somente no primeiro trimestre de 2025, as plataformas de apostas regulamentadas registraram mais de 5 bilhões de visitas, representando um aumento de 90% em comparação com os níveis pré-regulamentação [GamesBras].
Na prática, isso significa milhões de jogadores escolhendo ativamente plataformas legais e regulamentadas — e fazendo isso repetidamente.
Geração de Receita: Do Mercado Cinza à Contribuição para o PIB.
De janeiro a junho de 2025, o mercado regulamentado de iGaming e apostas esportivas do Brasil gerou aproximadamente R$ 17,4 bilhões em Receita Bruta de Jogos (RBG) [InterGame Online].
Esse desempenho imediatamente colocou o Brasil entre os cinco principais mercados de apostas do mundo em volume, de acordo com projeções do setor publicadas no final do ano [Yogonet].
Mais importante para os formuladores de políticas, a regulamentação transformou as apostas em uma fonte mensurável de receita pública:
- R$ 3,8 bilhões arrecadados em impostos federais no primeiro semestre de 2025 [GamesBras].
- Cerca de R$ 2,2 bilhões gerados por meio de taxas de licenciamento pagas pelas operadoras [iGaming Today].
Para um mercado que antes contribuía pouco além da atividade econômica indireta, isso representou uma mudança drástica — e reforçou o argumento de que a regulamentação não era apenas necessária, mas também estrategicamente importante do ponto de vista econômico.
Empregos, Investimentos e Crescimento do Ecossistema.
Além da arrecadação de impostos, a regulamentação desencadeou uma onda de investimentos estrangeiros, contratações locais e desenvolvimento de infraestrutura. Os operadores licenciados foram obrigados a estabelecer estruturas de conformidade, integrações de pagamento, suporte ao cliente, estruturas de jogo responsável e sistemas de relatórios detalhados, alinhados às normas brasileiras [iGaming Business].
Isso gerou demanda por:
- Fornecedores de tecnologia e plataformas locais.
- Especialistas em conformidade, direito e pagamentos.
- Equipes de marketing, suporte ao cliente e gestão de riscos atuando no Brasil.
Em resumo, as apostas deixaram de ser apenas entretenimento — tornaram-se uma indústria com peso econômico tangível.
Lições do Primeiro Ano.
O primeiro ano de regulamentação no Brasil mostrou que a demanda latente nunca foi o problema. O desafio sempre foi a estrutura. Assim que a regulamentação proporcionou segurança jurídica, os jogadores migraram, as operadoras investiram e o governo finalmente obteve visibilidade sobre um mercado multibilionário.
Para as operadoras de iGaming, a conclusão é clara: o Brasil não é uma “oportunidade futura”. Ele já é um peso-pesado — e aqueles que entraram cedo, com plataformas escaláveis e em conformidade com a lei, obtiveram uma vantagem decisiva.
Quem São os Apostadores Brasileiros?
Uma das maiores vantagens da regulamentação é a visibilidade. Pela primeira vez, o mercado de apostas do Brasil deixou de ser uma caixa-preta e começou a gerar dados confiáveis. E o primeiro ano já nos diz muito sobre quem está apostando, com que frequência e quanto.
Em 2025, o público de apostas regulamentadas no Brasil era claramente masculino. Cerca de 71% dos apostadores eram homens, enquanto 29% eram mulheres [InterGame Online].
Dito isso, o segmento feminino está crescendo de forma constante — principalmente em jogos de cassino online e formatos de prêmios instantâneos — o que sugere espaço para uma experiência do usuário (UX) mais inclusiva, portfólios de jogos mais diversificados e estratégias de marketing mais eficazes.
O público de apostas no Brasil também é predominantemente jovem:
- 31–40 anos: 27,8%
- 18–25 anos: 22,4%
- 26–30 anos: 22,2%
Juntos, os jogadores de 18 a 40 anos representam mais de 70% de todos os apostadores no mercado regulamentado.
[InterGame Online].
Essa distribuição etária ajuda a explicar por que as experiências mobile-first — ou melhor, multi-dispositivos — têm um desempenho tão bom no Brasil. Esses jogadores se sentem à vontade para alternar entre smartphone, computador e tablet ao longo do dia.
Comportamento de Gastos.
Apesar da escala massiva, o Brasil ainda não é um mercado de apostas altas. O gasto médio mensal por apostador no primeiro semestre de 2025 foi de aproximadamente R$ 164, indicando uma cultura de apostas de alta frequência e baixo valor [InterGame Online].
Para as operadoras, isso reforça a importância de:
- Apostas rápidas
- Pagamentos sem complicações
- Mecanismos de fidelização em vez de grandes vitórias pontuais
A lição de 2025 é clara: o sucesso no Brasil não se resume a atingir um público VIP restrito. Trata-se de oferecer a milhões de jogadores do dia a dia experiências rápidas, confiáveis, localizadas e otimizadas para dispositivos móveis — construindo, ao mesmo tempo, confiança a longo prazo em um ambiente recém-regulamentado.
Em Que os Brasileiros Estão Apostando.
Se a regulamentação nos mostrou quem são os apostadores brasileiros, 2025 também deixou uma coisa muito clara: em que eles adoram apostar. Alerta de spoiler — o futebol reina absoluto, mas está longe de ser o único esporte em alta.
Apostas Esportivas: O Futebol é Rei (Sem surpresas).
Vamos começar pelo óbvio. O futebol domina as apostas esportivas no Brasil, representando a grande maioria das apostas feitas em plataformas regulamentadas em 2025.
De acordo com dados da InPlaySoft, as competições mais apostadas durante o primeiro ano de regulamentação foram:
- Campeonato Brasileiro Série A
- Copa Libertadores
- Liga dos Campeões da UEFA
- Campeonato Brasileiro Série B
- Mundial de Clubes da FIFA
O futebol nacional claramente superou as ligas internacionais, reforçando a forte conexão emocional dos apostadores brasileiros com os times e competições locais. Para as operadoras, isso destaca a importância de:
- Ampla cobertura das ligas nacionais
- Mercados pré-jogo e ao vivo diversificados
- Atualizações rápidas de odds durante as partidas ao vivo
As apostas ao vivo, em particular, provaram ser um grande impulsionador de engajamento, alimentadas pela paixão do Brasil pelo futebol ao vivo e pelo uso de segunda tela.
Além do Futebol: Outros Esportes Ganhando Espaço.
Embora o futebol tenha dominado o cenário, outros esportes atraíram o interesse de apostadores ao longo de 2025 [iGaming Solutions]:
- Basquete, impulsionado principalmente pela NBA.
- Tênis, especialmente os torneios ATP e Grand Slam.
- Vôlei, um esporte tradicionalmente forte no Brasil.
- Esports, liderados por CS2 e League of Legends.
Grandes eventos internacionais também desempenharam um papel importante. Torneios como a Copa América, amistosos internacionais e classificatórios olímpicos geraram picos notáveis nas apostas, comprovando que os brasileiros reagem fortemente a grandes momentos do calendário esportivo global.
Cassino e iGaming: Vitórias Rápidas, Simples e Interativas.
Embora as apostas esportivas tenham liderado em volume, os jogos de cassino online conquistaram uma parcela substancial do engajamento dos jogadores no mercado regulamentado. Os formatos de cassino mais populares no Brasil em 2025 foram [Mercado Comum]:
- Caça-níqueis, particularmente jogos locais e do tipo "crash".
- Jogos de vitória instantânea e jogos "provavelmente justos".
- Cassino ao vivo, especialmente roleta e formatos de game show.
Jogos "crash" e rodadas rápidas tiveram grande aceitação entre os jogadores brasileiros, alinhando-se perfeitamente com o comportamento de apostas frequentes e prioritariamente em dispositivos móveis do país.
O que 2025 ensinou aos operadores sobre as preferências dos jogadores.
Os apostadores brasileiros apresentaram padrões claros no primeiro ano:
- Eles preferem experiências ao vivo e dinâmicas.
- Eles valorizam a relevância local, especialmente em esportes.
- Eles se envolvem com frequência, mas com apostas moderadas.
- Eles alternam facilmente entre esportes e produtos de cassino.
Em outras palavras, o Brasil não é um mercado para plataformas unidimensionais. Os operadores que tiveram melhor desempenho em 2025 foram aqueles que ofereceram jornadas integradas entre os produtos — levando os jogadores de apostas pré-jogo para apostas ao vivo, do futebol para o cassino e do computador para o celular sem atritos.
Desafios e Lições do Primeiro Ano.
O primeiro ano de apostas regulamentadas no Brasil apresentou um crescimento impressionante — mas não sem atritos. A regulamentação trouxe clareza e legitimidade, mas também expôs desafios estruturais que operadores, reguladores e legisladores ainda estão trabalhando para superar. E é exatamente aí que residem as lições mais valiosas.
Proteção ao Consumidor e Jogo Responsável: Das Regras à Realidade
A proteção do jogador foi um dos pilares da regulamentação brasileira, e 2025 marcou o primeiro teste real dessas salvaguardas. Sob a nova estrutura, os operadores licenciados são obrigados a:
- Impor uma verificação rigorosa de idade (maiores de 18 anos).
- Implementar procedimentos de KYC (Conheça Seu Cliente) e AML (Antilavagem de Dinheiro).
- Oferecer ferramentas de jogo responsável, como autoexclusão e limites de gastos.
- Seguir regras mais rígidas para publicidade e patrocínio, especialmente em relação a menores de idade.
No entanto, o primeiro ano mostrou que a regulamentação por si só não garante a conscientização do consumidor. Muitos jogadores ainda tinham dificuldade em distinguir entre plataformas licenciadas e não licenciadas, e as ferramentas de jogo responsável eram frequentemente subutilizadas.
Lição aprendida: a educação é tão importante quanto a fiscalização. Os operadores que explicaram proativamente os limites, as ferramentas de segurança e as credenciais de licenciamento construíram mais confiança — e uma retenção mais forte a longo prazo.
Conformidade: Regras Claras, Execução Complexa.
Do ponto de vista legal, a estrutura brasileira é robusta. Do ponto de vista operacional? É exigente. Ao longo de 2025, as operadoras tiveram que se adaptar a:
- Interpretações regulatórias em constante evolução.
- Obrigações de reporte por meio do sistema SIGAP.
- Monitoramento de pagamentos e transparência de transações.
- Auditorias contínuas e taxas de supervisão.
Para as operadoras internacionais, a localização se mostrou especialmente desafiadora — desde a documentação de conformidade em português até a adaptação de plataformas globais aos padrões de reporte brasileiros.
Lição aprendida: No Brasil, a conformidade não é uma mera formalidade. É uma capacidade operacional contínua. Operadoras com plataformas flexíveis e modulares e fortes parceiros locais se adaptaram mais rapidamente — e a um custo menor.
Tributação e Equilíbrio de Mercado.
A tributação foi um dos temas mais debatidos em 2025. Embora a regulamentação tenha liberado bilhões em receita pública, algumas vozes do setor alertaram que a alta pressão tributária poderia prejudicar a canalização.
Somente no primeiro semestre de 2025, o governo arrecadou R$ 3,8 bilhões em impostos sobre apostas e jogos online regulamentados. Ao mesmo tempo, estudos sugeriram que operadores ilegais ainda detinham uma parcela significativa da atividade de apostas, em parte porque evitavam impostos e podiam oferecer bônus mais agressivos.
Lição aprendida: a regulação sustentável exige equilíbrio. Se os operadores legais não conseguirem competir em preço, experiência do usuário ou velocidade, os jogadores não hesitarão em migrar — independentemente da legalidade.
Principais Conclusões do Primeiro Ano.
O primeiro ano de apostas regulamentadas no Brasil transmitiu uma mensagem clara para o setor:
- A regulamentação desbloqueia a escala — mas também a fiscalização
- Crescer é fácil; o crescimento sustentável não é
- Conformidade, tecnologia e confiança do jogador são vantagens competitivas
Para os operadores de iGaming, 2025 não foi apenas um ano de lançamento. Foi um curso intensivo sobre como operar em grande escala, sob regulamentação, em um dos mercados de apostas mais apaixonados do mundo.
Perspectivas Futuras: o Que Vem a Seguir para o Mercado de iGaming Regulamentado do Brasil.
Se 2025 foi o ano do lançamento e do aprendizado, a próxima fase para o mercado de apostas regulamentado do Brasil será de otimização, consolidação e crescimento mais inteligente. E tudo indica que o mercado está apenas começando.
As projeções do setor classificam consistentemente o Brasil como um dos maiores mercados de iGaming do mundo no futuro. De acordo com pesquisas de mercado publicadas em 2025, espera-se que o Brasil gere receitas anuais de bilhões de dólares até o final da década, impulsionado pela escala populacional, alta penetração de dispositivos móveis e forte engajamento com esportes:
- Prevê-se que o Brasil se torne um dos 3 a 5 maiores mercados de apostas regulamentados do mundo nos próximos anos [Yogonet].
O forte crescimento a longo prazo é sustentado pelos mais de 183 milhões de usuários de internet no Brasil e pelo comportamento digital prioritariamente móvel [DataReportal].
Em outras palavras, a regulação não criou a demanda — ela simplesmente a desbloqueou.
A Regulação Vai Evoluir — e as Operadoras Também Precisam Evoluir.
O marco regulatório brasileiro ainda é recente e seu aprimoramento é inevitável. Nos próximos anos, os operadores podem esperar:
- Ajustes nas regras de publicidade e patrocínio.
- Requisitos mais sofisticados para o jogo responsável.
- Fiscalização mais rigorosa contra operadores ilegais.
- Maior uso de dados e sistemas de relatórios pelos órgãos reguladores.
Os operadores que encararem a conformidade como um processo contínuo — e não como uma obrigação estática — estarão em uma posição muito melhor à medida que as regras amadurecerem e a fiscalização se intensificar.
A Concorrência Vai se Intensificar.
À medida que o mercado se estabiliza, a concorrência mudará. A disputa não será mais sobre quem lança primeiro, mas sobre quem:
- Retém jogadores com mais eficácia.
- Oferece a melhor experiência localizada.
- Opera de forma eficiente dentro da estrutura tributária e de conformidade do Brasil.
Com as barreiras de licenciamento agora claramente definidas, espera-se que o Brasil veja:
- Fusões e aquisições.
- Consolidação de marcas.
- Aumento da demanda por plataformas escaláveis e modulares.
A Tecnologia Será o Diferencial Definitivo.
A escala do Brasil garante volatilidade — picos de tráfego, momentos de pico de apostas e jornadas entre produtos acontecendo simultaneamente. A próxima fase de crescimento favorecerá os operadores que investirem em:
- Infraestrutura escalável.
- Experiências em todos os dispositivos.
- Dados, relatórios e personalização em tempo real.
- Lançamento rápido de novos recursos e produtos.
A Lição para o Futuro.
O primeiro ano de regulamentação no Brasil respondeu à pergunta “Este mercado pode funcionar?”. A resposta foi um sonoro sim.
Agora a pergunta é diferente: Quem está pronto para crescer com ele — de forma sustentável, em conformidade com as normas e em escala?
Para os operadores de iGaming, o futuro do Brasil não será conquistado por atalhos ou vitórias rápidas. Pertencerá àqueles que entendem profundamente o mercado, respeitam a regulamentação e constroem plataformas projetadas para um dos públicos de apostas mais dinâmicos do mundo.
InPlaySoft: a Melhor Escolha para o Mercado Regulamentado do Brasil.
O primeiro ano de apostas regulamentadas no Brasil comprovou que este é um mercado de grande escala e alta pressão, onde o sucesso depende de desempenho, conformidade e experiência do usuário. Os operadores precisam lidar com tráfego massivo durante eventos esportivos ao vivo, atender a rigorosos requisitos regulatórios e oferecer jornadas rápidas e fluidas entre as plataformas de apostas esportivas e cassino — em todos os dispositivos.
É aí que a InPlaySoft faz a diferença. Com uma plataforma verdadeiramente focada em todos os dispositivos, construída para escalabilidade, estabilidade e rápida implementação, a InPlaySoft ajuda os operadores a lançar, operar e crescer com confiança no Brasil. De relatórios prontos para a regulamentação à infraestrutura projetada para picos de demanda, é a escolha certa para operadores de iGaming que buscam transformar a oportunidade regulamentada do Brasil em sucesso a longo prazo.

